Agregar público e privado

É certo que o serviço privado à saúde tem um papel essencial na cobertura de atendimento, diminuindo a sobrecarga no serviço público. Portanto, o objetivo deve ser somar forças conjuntas para benefício dos cidadãos. A pandemia atual mostrou que houve uma atuação rápida das entidades privadas, desafogando a rede governamental. Mas, para comportar a expansão do atendimento, somados o envelhecimento da população, as novas tecnologias agregadas, as maiores exigências do consumidor, implica em mudanças administrativas com melhor organização e gestão. Fazer mais com menos recursos. Se possível, planos a longo prazo, em que o público e o privado agreguem melhoria à comunidade, que diminua a burocracia e a excessiva exigência sobre entidades melhor organizadas, que evite criação de clínicas de desconto que concorrem vulgarizando os honorários dos profissionais. As entidades do setor privado não podem sofrer contínuas exigências que as ponham em risco o que provocaria menor proteção à população, por incapacidade do serviço público em ampliar sua rede, e oferecer ao cidadão seu direito constitucional.

(Pedro Inacio Mezzomo)

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