ELEIÇÕES EM COOPERATIVAS MÉDICAS

 

No mês de março de cada ano renova o Conselho Fiscal das Cooperativas Médicas Unimed – Operadoras de Planos de Saúde – cuja abrangência cobre quase todos municípios do território brasileiro.

Na região nordeste do Rio Grande do Sul, temos uma cooperativa (singular Unimed Nordeste RS), que abrange 17 municípios. É uma operadora entre as maiores do Brasil.

Destacamos, na foto, os membros do Conselho Fiscal para o ano de 2019: Efetivos: Dr. Walter Praetzel Porto, Dra. Zenia De Stefani,
Dr. Pedro Inacio Mezzomo; Suplentes: Dr. André Germano dos Santos Leite, Dra. Fabiane Fabris, Dra. Fabiane Rigotti Sotoriva.

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INVESTIMENTOS DE COOPERATIVAS NA SAÚDE

 

Na área de assistência à saúde, no Brasil, destaca-se o Sistema Nacional Unimed.

Tivemos a satisfação de participar da inauguração do Setor Materno Infantil do Hospital Unimed, localizado em Caxias do Sul, RS.

Grande e importante investimento da Cooperativa Unimed Nordeste RS, que traz à região o mais moderno serviço nessa área. Está de parabens a comunidade, que passa a usufruir de mais qualidade; e de parabéns os médicos cooperados, que passam a atender em ambiente mais moderno com completa estrutura para todo tipo de eventualidade, com o importante apoio de colaboradores capacitados e atenciosos.

Na foto estamos ouvindo as sempre importantes recomendações do Dr. Nilson L. May, um dos mais destacados líderes do Sistema Nacional Unimed. Vê-se junto, apontando o caminho da visita à entidade inaugurada, o Dr. Carlos Gandara, Cirurgião Pediátrico e Diretor Técnico do Hospital Unimed em Caxias do Sul.

Futuro do Cooperativismo no Brasil.

futuro-que-queremosRoberto Rodrigues presidiu a ACI, a OCB, entre outros compromissos importantes. São dele as palavras citadas na Convenção Nacional Unimed de 2018: “Estamos no momento das cooperativas urbanas: de trabalho, de consumo, se saúde, de educação, de habitação, de transporte e de crédito.” Elas objetivam melhorar a vida das comunidades onde estão inseridas.
Não é verdade que as cooperativas são mal geridas, de fato elas se submetem a um sistema de sociedade onde as decisões se prolongam mais que em concorrentes, mas seu objetivo é a viabilidade.
Um fator importante é que as cooperativas promovem a inclusão social, reduzindo a concentração de riqueza. Seus resultados não são ideia de uma pessoa, mas resultado de proposta coletiva, participativa. Está aberta a oportunidade de criação de novas entidades e o aparelhamento das existentes, tanto no fator humano quanto no tecnológico.

7 DE JULHO, DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO

Sociedades sustentáveis por meio da cooperação. 

No dia 7 de julho de 2018, cooperados de todo o mundo celebrarão o Dia Internacional das Cooperativas. Por meio do slogan Sociedades Sustentáveis através da cooperação, mostraremos que, graças aos nossos valores, princípios e estruturas de governança, as cooperativas possuem tanto sustentabilidade quanto resiliência em sua essência, já que o interesse pela comunidade é o sétimo de seus princípios orientadores. A Aliança Cooperativa Internacional está incentivando seus associados a usarem a hashtag #CoopsDay e o guia dos cooperados (versão em espanhol) para divulgar o evento.

“Nós representamos 1,2 bilhão de cooperados. Não há outro movimento econômico, social e político no mundo que, em menos de 200 anos, tenha crescido tanto quanto nós. Mas o crescimento não é o mais importante. Nós consumimos, produzimos e usamos os recursos que o planeta nos dá, de forma cuidadosa e com muito respeito ao meio ambiente e com as comunidades. É por isso que somos um parceiro fundamental para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ”, afirma o presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guarco.

Sociedades sustentáveis são aquelas que correspondem aos limites ambientais, sociais e econômicos e conduzem ao crescimento. Por sua própria natureza, as cooperativas desempenham um papel triplo:

• Como atores econômicos, criam oportunidades de emprego, meios de subsistência e geração de renda;

• Como empresas centradas nas pessoas com objetivos sociais, contribuem para a igualdade e justiça social;

• Como instituições democráticas, são controladas por seus associados, desempenhando papel de liderança na sociedade e nas comunidades locais.

Núcleo Cooperativista Habitacional

O  Núcleo Cooperativista Habitacional de Farroupilha (NUCHAFAR) concentra dez Cooperativas: Águas Claras, Bona Vitta, Esperança, Imigrantes, Monte Cristo, Novo Amanhã, Portal Nascente, Terra Gaúcha, Vinhedos, e Praia Farroupilha.

O Núcleo oferece apoio, destacando o contábil e jurídico, facilitando que as Cooperativas atuem de forma correta. Na coordenação do Núcleo estão Luiz Henrique Verner e Dilço Batista Rodrigues.

No dia 14 de abril de 2018, tendo como local a Câmara de Vereadores de Farroupilha, foi realizado encontro com Cooperativistas da região, tendo apoio do SESCOOP para apresentação sobre “Funções do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração”. Na continuidade do mesmo evento, fez-se presente o IBRASCOOP, através dos seus membros Edson Luiz Doncatto e Pedro Inacio Mezzomo, discorrendo sobre “Cooperativas: Um desafio”.

Todos os presentes compreendem a função social das Cooperativas, prezando pela atividade correta, de modo que os sócios das Cooperativas locais concretizem o sonho de ter seu pedacinho de terra e sua moradia.

De 32 para 1200 sócios

No ano de 2017 a Unimed Nordeste RS (com sede em Caxias do Sul, e abrangendo 17 municípios), completou 45 anos de atividade ininterrupta.

Começou em 1972 com 32 sócios médicos (hoje são mais de 1200), sendo a 41ª Unimed criada sob o espírito cooperativista.

Elaborei um Mapa Mental descrevendo as principais informações desse período, o que mostra os bons resultados obtidos pela Cooperativa, que atua como Operadora de Plano de Saúde, sendo a segunda maior do estado do Rio Grande do Sul.

Clique o endereço a seguir:  https://www.goconqr.com/pt-BR/p/3085169

ou veja a figura abaixo:

Ariel Guarco é o novo presidente da Aliança Cooperativa Internacional

A Assembleia realizada em Kuala Lumpur conduziu o argentino Ariel Guarco à presidência da Aliança Cooperativa Internacional.

Clique no endereço abaixo:

http://www.cooperar.coop/ariel-guarco-es-el-nuevo-presidente-de-la-alianza-cooperativa-internacional/

Espírito Cooperativo

A Aliança Cooperativa Internacional (ACI), organiza neste mês de novembro de 2017, a sua Assembleia Geral, este ano na Malásia.
É um programa intenso de assuntos variados e importantes, tratando das atualizações que precisamos incrementar nas Cooperativas.
O foco principal do encontro, e o próprio título traz a frase “Cooperativas: Colocando as pessoas no centro do desenvolvimento.”
Esta é a frase que muitas Cooperativas não aplicam no seu dia a dia. Estamos interessados mais em cuidar as Cooperativas como empresa e sua administração, do que Cooperativas como um grupo de pessoas de interesses comuns, buscando progredir e melhorar suas condições de vida (através da produção e consequente ganho, obviamente).
É necessário reativar o espírito cooperativo!

Unir para competir!

 

Diz o ditado popular que a união faz a força. Na Serra, existem diferentes casos de cooperativas que decidiram somar esforços para criar uma única estrutura. Redução de custos e aumento da competitividade são alguns aspectos que motivam decisões do tipo.

O setor vitivinícola é o que mais chama a atenção neste aspecto. A Serra já contou com mais de 20 cooperativas neste ramo e agora soma oito marcas. O caso mais recente de fusão é o da Nova Aliança, de Flores da Cunha, que foi forjada a partir de cinco negócios espalhados por Caxias do Sul (Aliança e São Victor), Farroupilha (Linha Jacinto) e Flores da Cunha (Santo Antônio e São Pedro).

O projeto de união começou a ser pensando em 2008, em um momento de dificuldade econômica mundial, e saiu do papel três anos mais tarde. Porém, apenas em 2014, com a construção de uma nova planta industrial, a Nova Aliança se consolidou. A empresa resultante desse processo conta com 850 associados e terá um faturamento de R$ 180 milhões em 2017, incremento de 15% frente à temporada anterior. É a segunda maior no segmento, atrás somente da Aurora.

Se continuassem separadas, as empresas estariam em apuros, avalia o presidente da Nova Aliança, Alceu Dalle Molle. 

– É difícil dizer que as cinco fechariam, mas com certeza teriam grandes dificuldades. Juntos temos muito mais força.

Com a operação unificada em Flores da Cunha, diversos imóveis pertencentes às cinco marcas estão ociosos. A expectativa é de negociar, nos próximos anos, seis unidades e arrecadar mais de R$ 40 milhões. Os recursos seriam investidos na aquisição de equipamentos e em melhorias estruturais.

Outro caso de incorporação na Serra teve como protagonista o Sicredi. A Pioneira, sediada em Nova Petrópolis, absorveu a operação de Caxias do Sul em 2010.

– O grande benefício da união é enxugar a estrutura administrativa. Da porta para a fora, os associados nem percebem a mudança. O fato de não ter duplicidade nos cargos e na estrutura nos trouxe uma economia de R$ 5 milhões ao ano – relata Márcio Port, presidente da Sicredi Pioneira.

Antes da junção, as duas unidades computavam 72 mil associados. Neste ano, a Pioneira soma 125 mil. O volume de recursos depositados mais que dobrou, saindo de R$ 915 milhões para R$ 2,2 bilhões, entre 2011 e 2017. Já a carteira de crédito passou de R$ 465 milhões para R$ 830 milhões.

Texto resumido a partir de publicação no Jornal Pioneiro de Caxias do Sul (http://pioneiro.clicrbs.com.br/especiais-pio/maisserra/11/central.html) e OCERGS (Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul).

G20 + D20

O G20 é um fórum que, desde 2008, reúne os principais países industrializados e emergentes do planeta.

Criado inicialmente para enfrentar a crise financeira mundial se tornou um fórum para abordar as grandes questões econômicas a nível global.

Juntas, as economias do G20 (19 países + União Europeia) representam dois terços da população mundial, 80% do comércio e 85% da riqueza produzida.

Os países membros são, por ordem de importância econômica: Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Índia, Brasil, Itália, Canadá, Coreia do Sul, Rússia, Austrália, México, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita, Argentina e África do Sul.

Um grupo denominado B20 dá suporte ao G20, através de diferentes interesses e propostas políticas, e fomenta o diálogo entre legisladores, empresas e sociedade civil.

A mudança demográfica, o envelhecimento da população, o aumento da esperança de vida, a crescente demanda de produtos e serviços de saúde, confirmam uma carga mais alta para o sistema de saúde de muitos países e para os sistemas de atendimento.

Devido esse impacto, as empresas do setor são indispensáveis para assegurar a contribuição ao crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável.

O grupo B20, no fórum de 2017, elaborou recomendações sobre temas como resistência a antibióticos, pandemias, enfermidades tropicais, saúde digital, inovação em saúde. Dentro destes assuntos as cooperativas de saúde foram reconhecidas como um modelo empresarial que facilita o acesso à assistência em cerca de 100 milhões de locais do mundo.

Como resultado foi incluído um documento com propostas de política econômica para o setor.

Foi lembrada também a participação das pequenas e médias empresas, e o emprego da educação no interesse social.

Está nas mãos dos governos atenderem recomendações do B20, apostando nas cooperativas como modelo de empresa na área de saúde, que tem se mostrado sustentável e dentro de sua vocação social.