Educação Cooperativista

 

Destacamos apresentação feita pelo Presidente do IBRASCOOP, Edson Luiz Doncatto.

Assista o vídeo.

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Conselho Fiscal

Destacam-se como das mais importantes atividades nas Cooperativas a formação e a informação.

Como parte do trabalho do IBRASCOOP, estamos divulgando material que interessa aos Cooperativistas. Hoje, sobre Conselho Fiscal.

Trata-se de uma função que poucos se interessam em participar, mas que é fundamental para o bom andamento da Cooperativa.

Abra neste endereço eletrônico https://ibrascoop.com/2018/02/12/conselho-fiscal/  (  GoConqr – CONSELHO FISCAL )   e tenha um Mapa Mental desenvolvido por Marcos Protzen, que mostra as funções do Conselho Fiscal.

RAMOS DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO

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Agropecuário
Reunindo produtores rurais, agropastoris e de pesca, esse ramo foi por muitas décadas sinônimo de cooperativismo no país, tamanha sua importância e força na economia. As cooperativas caracterizavam-se pelos serviços prestados aos associados, como recebimento ou comercialização da produção conjunta, armazenamento e industrialização, além da assistência técnica, educacional e até social. Ainda é o ramo de maior expressão econômica no cooperativismo, com significativa participação na economia nacional, inclusive na balança comercial.

Consumo
Inicialmente formado por cooperativas fechadas (exclusivas para atender a funcionários de empresas), chegou a ter centenas em meados do século 20. Porém, o início da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a partir do Decreto-Lei 406/68, atingiu duramente o ramo. Os preços deixaram de ser competitivos e a maioria das cooperativas fechou as portas. As que resistiram tornaram-se abertas (atendem toda a comunidade). Hoje, o ramo busca fortalecimento e competitividade, modernizando sua administração e investindo em capacitação e treinamento de funcionários.
Crédito
Um dos primeiros ramos a se organizar no país, atua no crédito rural e urbano. Foi praticamente extinto pelo governo, entre as décadas de 1960 e 1980. Nos anos 90, o ramo se reestruturou. Com o objetivo de facilitar o acesso dos associados ao mercado financeiro com melhores condições que as instituições bancárias tradicionais, hoje o ramo está consolidado e é um dos que mais crescem no país. Possui três sistemas – Sicredi, Sicoob e Unicred – e dois bancos cooperativos – Bansicredi e Bancoob.
Educacional
A primeira cooperativa educacional do Brasil surgiu em 1982, quando o primeiro grupo de pais se reuniu e decidiu formar uma escola. O objetivo das cooperativas educacionais é unir ensino de boa qualidade e preço justo. Assim, pais de alunos ou professores formam e administram as escolas cooperativas, promovendo a educação com base na democracia e na cooperação, sem estimular a competição.
Especial
Fundamentado pela lei 9.867/99, esse ramo se constitui de cooperativas formadas por pessoas em situação de desvantagem, como deficiência física, sensorial e psíquica, ex-condenados ou condenados a penas alternativas, dependentes químicos e adolescentes a partir de 16 anos em difícil situação familiar, econômica, social ou afetiva. As cooperativas atuam visando à inserção no mercado de trabalho desses indivíduos, geração de renda e a conquista da sua cidadania.
Habitacional
As cooperativas habitacionais têm como objetivo viabilizar moradia aos associados. Seu diferencial é a construção de habitações a preço justo, abaixo do de mercado, pois não visam ao lucro. Inseridas num contexto social que aponta déficit nacional de mais de seis milhões de moradias, as cooperativas habitacionais podem se constituir em todas as classes sociais. A primeira cooperativa surgiu em 1951, mas o ramo se organizou como tal em 1992.
Infraestrutura
Formado hoje por cooperativas de eletrificação rural, esse ramo existe desde 1941 e atende, principalmente, às pequenas e médias propriedades rurais. As cooperativas preenchem uma lacuna das concessionárias de energia nas regiões de baixo consumo. Além da construção de redes, as cooperativas são responsáveis pela produção, geração, manutenção, operação e distribuição da energia elétrica.
Mineral
Previsto na Constituição Federal de 1988, esse ramo atua na pesquisa, extração, lavra, industrialização, comércio, importação e exportação de produtos minerais. De grande alcance social, está presente, principalmente, nas pequenas e médias jazidas, que não despertam interesse das grandes mineradoras.
Produção
Estimula o empreendedorismo em que um grupo de profissionais, com objetivos comuns na exploração de diversas atividades produtivas, se reúne para produzir bens e produtos como donos do seu próprio negócio. A ênfase maior do ramo Produção está nos setores da agropecuária e industrial.
Saúde
As cooperativas médicas existiam há três décadas quando o ramo, genuinamente brasileiro, foi desmembrado do ramo Trabalho, em 1996, devido à sua força e representatividade. Reúne profissionais especializados na promoção da saúde humana, como médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais. Uma das maiores operadoras de planos de saúde do país é um Sistema Cooperativo (Unimed).
Trabalho
Associação de profissionais de atividades afins para a prestação de serviços. Tem muito espaço para se fortalecer, com o cenário de enxugamento de vagas no mercado formal de trabalho. É a saída contra a informalidade, mas ainda carece de legislação regulamentadora.
Transporte
Composto por cooperativas de transporte de carga e passageiros – táxis e vans inclusos – é outro desmembramento do ramo Trabalho. Mais novo dos ramos, foi criado em 2002. Já nasceu forte e estruturado.
Turismo e Lazer
Em processo de estruturação, foi criado em 2000, durante Assembléia Geral Ordinária da OCB. Respaldado no enorme potencial turístico brasileiro, visa à prestação de serviços turísticos, artísticos, de entretenimento, esportes e hotelaria por profissionais dessas áreas.

Nova Logomarca do Cooperativismo

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União e força. Estas duas palavras representam a nova logomarca do movimento cooperativista mundial. O anúncio da nova identidade visual foi feito pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) na Conferência Mundial, em novembro de 2013 na Cidade do Cabo (África do Sul).

A nova logomarca – que substitui a bandeira do arco-íris com pássaros – traz a tipologia da palavra coop. São elos elos de uma corrente representando a união e a força do cooperativismo. Foi criada pela cooperativa inglesa Calverts e contou com a consultoria da empresa Guerrini Island Design. Além disso, a composição da marca envolveu pesquisas e opiniões de cooperativistas de 86 países.

De acordo com a ACI, a nova marca tem como missão mostrar os ideais cooperativistas. “Esta logomarca chega em um momento em que o cooperativismo mundial pede por uma identidade única. Acreditamos que qualquer pessoa ao redor do mundo reconhecerá o cooperativismo nesta marca”, afirmou Dame Pauline Green.

As diversas imagens, ao longo da história, ajudaram o cooperativismo a transmitir sua mensagem. Abelhas, círculos, mãos e o arco-íris já fizeram a sua parte. O lado mais emocionante desta marca é a possibilidade de ser usada por qualquer cooperativa ou representação cooperativista, pois pode ser compartilhada e identificada em qualquer lugar.

Cooperativas de Trabalho Lei n. 12.690, de 19 de julho de 2012

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A Nova Lei das Cooperativas de Trabalho
A recente aprovação da Lei n. 12.690, de 19 de julho de 2012 cria, finalmente, um marco regulatório para as cooperativas de trabalho, talvez, abrindo um novo tempo para esse setor da economia solidária. A pretensão é a de que, através de tal regulação, se possa claramente identificar as verdadeiras cooperativas das de situações de fraude.
A existência dessas fraudes representa o maior fator de entrave do desenvolvimento do cooperativismo nas relações de trabalho. A erradicação das cooperativas “de fachada” é fundamental para o cooperativismo.
O propósito da nova normatividade é criar as condições jurídicas para proporcionar o adequado funcionamento das cooperativas, de maneira a melhorar a condição econômica e as condições gerais de trabalho de seus sócios. Através da lei, cria-se um instrumento jurídico importante de afirmação dos princípios e valores do cooperativismo, pelos quais se evidencia a inteira compatibilidade das cooperativas de trabalho com a legislação trabalhista protetiva, bem como se rechaça a utilização das cooperativas de trabalho como meio de precarização laboral.
É cedo para afirmar o quanto a nova lei contribuirá para o aperfeiçoamento das relações de trabalho cooperativo, mas é um passo que gera discussão mais profícua quanto às imensas possibilidades sociais e econômicas abertas pelo cooperativismo. A Lei n. 12.690/2012 cria, um marco jurídico sólido para o funcionamento do verdadeiro cooperativismo de trabalho, consolida o entendimento de que o trabalho realizado nas cooperativas de trabalho é autônomo e exclui as hipóteses de mera intermediação de mão-de-obra.
A ascensão do verdadeiro cooperativismo ao lugar que lhe reserva a Constituição Federal deve ser saudada como um passo importante para o estabelecimento de espaços democráticos na produção, para a criação de melhores condições de trabalho e renda para os trabalhadores em geral e para a maior integração daqueles menos favorecidos.
Esta lei especial deve ser interpretada em conjunto com a Lei 5.764/1971 e com o Código Civil, mas suas regras prevalecerão em relação a estas quando com elas colidir.
Esta lei não se aplica a: a) as cooperativas de assistência à saúde na forma da legislação de saúde suplementar; b) cooperativas do setor de transporte regulamentado pelo poder público que detenham, por si ou por seus sócios, a qualquer título, os meios de trabalho; c) cooperativas de profissionais liberais cujos sócios exerçam as atividades em seus próprios estabelecimentos; d) cooperativas de médicos cujos honorários sejam pagos por procedimento.

Imagem Social das Cooperativas

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Por que as cooperativas não tiram proveito da sua imagem social? Outras empresas fazem isso!

O mundo cooperativo está fechado em si mesmo. Precisamos vender nossa imagem, não só como elemento comercial, senão como entidade de fim social. As cooperativas fomentam o valor social, é fator intrínseco. Erramos, porque não levamos para comunidade essa imagem positiva. É importante dar conhecimento às pessoas o que são as cooperativas e a economia social.

RENOVAÇÃO DO QUADRO SOCIAL NAS COOPERATIVAS MÉDICAS

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(Edson Luiz Doncatto)

Nas cooperativas em geral, dependendo do seu ramo de negócio ou da sua finalidade social, o ingresso é tecnicamente limitado, tendo em vista que se aumentar demasiadamente o quadro social, não haverá trabalho para todos os sócios.

Numa cooperativa de consumo ou de produção este problema não existe, porém nas cooperativas de trabalho e nas cooperativas médicas, onde do montante arrecadado mensalmente é feita a distribuição por serviços prestados, isto pode ocorrer. Quanto mais sócios, maior a possibilidade de diluição dos ganhos. Ainda que as cooperativas tenham sido constituídas com finalidade de proporcionar trabalho, é difícil quantificar o ponto em que a diluição dos ganhos dos sócios passa a repercutir, pois é normal que todos queiram ganhar bem.

No cooperativismo médico, o fato de ser sócio não significa que o mesmo terá trabalho assegurado e muito menos um ganho estimado, pois aqui existem algumas peculiaridades pouco encontradas nos outros ramos.

O grande trunfo do cooperativismo é o fato do sócio ter acesso ao mercado de trabalho ou de serviço que sua cooperativa oportuniza – representando o mesmo. Porém, o sucesso desse trabalho e a procura pelos clientes são dependentes da capacidade pessoal do profissional. Ser sócio de uma cooperativa não assegura ganho certo, o que é salutar, pois obriga ser cada vez mais competente e ter sempre bons resultados no trabalho desenvolvido, estar atualizado, estudar continuamente. No futuro, acredito que a valoração do trabalho médico nas cooperativas médicas, levará em conta estes itens, além da experiência de cada sócio. Esta experiência é fundamental para si e para a própria cooperativa uma vez que o produto que é oferecido ao mercado de planos de saúde é o próprio trabalho do médico.

Como as cooperativas médicas já completaram quatro décadas é normal que o seu quadro social esteja em renovação gradual e continuada. A necessidade de competir no mercado aponta para o ingresso de novos sócios, com novos conhecimentos e com capacidade de aplicação das novas tecnologias, fator relevante.

Qualificar o quadro de sócios da nossa cooperativa é necessário.  Utilizando critérios técnicos para ingresso é estratégico para manter a carteira dos clientes, sem interferir no trabalho dos demais sócios.  O nosso ganho depende da capacidade técnica individual e principalmente da relação médico-paciente, característica fundamental que diferencia as cooperativas médicas das outras cooperativas de trabalho.

Princípios do Cooperativismo

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1 – Adesão voluntária e livre – Cooperativas são organizações voluntárias abertas para todas as pessoas aptas para usar seus serviços e dispostas a aceitar suas responsabilidades de sócio sem discriminação de gênero, social, racial, política ou religiosa.

2 – Gestão democrática pelos associados – as Cooperativas são organizações democráticas controladas por seus sócios, os quais participam ativamente no estabelecimento de suas políticas e nas tomadas de decisões. Homens e mulheres, eleitos pelos sócios, são responsáveis para com os sócios. Nas cooperativas singulares, os sócios têm igualdade na votação; as Cooperativas de outros graus são também organizadas de maneira democrática.

3 – Participação econômica dos associados – eles contribuem equitativamente e controlam democraticamente o capital de sua Cooperativa. Parte desse capital é usualmente propriedade comum da Cooperativa para seu desenvolvimento. Usualmente os sócios recebem juros limitados sobre o capital, como condição de sociedade.Os sócios destinam as sobras para os seguintes propósitos: desenvolvimento das Cooperativas, apoio a outras atividades aprovadas pelos sócios, redistribuição das sobras, na proporção das operações.

4 – Autonomia e Independência as Cooperativas são organizações autônomas de ajuda mútua. Entrando em acordo operacional com outras entidades, inclusive governamentais, ou recebendo capital de origem externa, elas devem fazer em termos que preservem o seu controle democrático pelos sócios e mantenham sua autonomia.

5 – Educação, formação e informação – as Cooperativas oferecem educação e treinamento para seus sócios, representantes eleitos, administradores e funcionários para que eles possam contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento. Também informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes formadores de opinião sobre a natureza e os benefícios da cooperação.

6 – Intercooperação – as cooperativas atendem seus sócios mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativo trabalhando juntas, e de forma sistêmica, através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais, através de Federações, Centrais, Confederações etc.

7 – Compromisso com a comunidade – as Cooperativas trabalham pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades, através de políticas aprovadas pelos seus membros, assumindo um papel de responsabilidade social junto a suas comunidades onde estão inseridas.

COOPERATIVAS: DESAFIOS

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(Tito Armando Rossi, Cooperativista, ex-presidente da Unimed Nordeste RS)

O Sistema Cooperativista tem sido propalado e reconhecido. Todavia, a superação das suas inerentes dificuldades está a demandar maiores estudos. Pode-se afirmar que a cooperativa é um sistema mais justo, porém, bastante sofisticado. Principalmente, quando se destina a um objetivo com maior complexidade, exige dos seus participantes integridade e competência.

A cooperativa difere da firma dita capitalista, onde poucas pessoas decidem de modo definitivo. Também, não é, apenas, um mutirão em que muitos trabalham ombro a ombro, sem uma estrutura jurídica a representá-los. A organização cooperativa é um sistema com as exigências de uma empresa e as de uma associação.

Como, empresa, precisa produzir resultados econômicos para oferecer aos sócios rendimentos justos pelo trabalho e segurança para o seu futuro. Para essas finalidades, necessita manter constante avaliação dos processos buscando otimizá-los, fidelizar a clientela com perspectivas de curto, médio e longo prazo, tendo em vista a concorrência atual e possíveis novos entrantes no setor.  É essencial que reserve recursos para investir em seu crescimento e inovar, evitando a estagnação. Tenha-se em conta que as inovações detêm grande potencial de rentabilidade, mas, oferecem maiores riscos. Conseqüentemente, a empresa deve medir os seus recursos e ter capacidade para aceitar prejuízos previamente estimados. As escolas de administração e a abundante literatura dirigida a empresas de modelo capitalista podem servir de base, desde que se façam as adaptações necessárias ao sistema.

A condição associativa das cooperativas representa o seu desafio superior. A dificuldade está em muitas pessoas com igual poder de voto chegar ao consenso em tempo hábil com respeito aos métodos, assim como sobre as vantagens e os sacrifícios que cabem a todos e a cada um.  Existe uma Diretoria ou Conselho responsável pelas decisões delegadas, entretanto, os julgamentos finais pertencem às assembléias. Uma questão fundamental é a boa escolha dos dirigentes. Ela depende de um hábil julgamento pelo conjunto dos sócios.  Ao escolher, é necessário levar em consideração, ao invés de manifestações de amizade, ter um temperamento agregador, conhecimentos básicos de legislação e de gestão.  Se os donos não estiverem dispostos a se dar o tempo indispensável para cuidar do que é seu, pouco poderão esperar. O acesso às informações é pré-requisito essencial para um bom julgamento. A maioria dos cooperados, mesmo sem pretender ocupar cargos de direção, deve conhecer a administração, assumindo como primeira condição transparência de ações. Não bastam comunicações “ex cáthedra”, sem possibilidade de reinquirições e eventuais contestações. O sistema necessita engendrar mecanismos para tornar obrigatório o diálogo constante entre a direção e o conjunto dos cooperados, aceitando-se com naturalidade manifestações das minorias. Há conveniência em ocorrer uma rotatividade nos nomes da direção, sem se deixar de reconhecer que a experiência adquirida e o talento constituem um capital construído pela empresa, o qual não pode ser desperdiçado. As competências se adquirem pela experiência, junto com o estudo e o acompanhamento da dinâmica empresarial. Considerado o porte da cooperativa, a concepção de um funcionamento apurado depende de adequada distribuição de atribuições entre a direção formada por sócios, também executores dos seus objetivos fins, e os gerentes e funcionários com funções administrativas e complementares. Fundamentalmente, para melhores resultados, a cooperativa depende do desenvolvimento de uma cultura de cooperação, onde os sócios procurem, em primeiro lugar, a saúde da empresa e o seu aprimoramento. Depois, ela irá distribuí-los.

DIA DO COOPERATIVISMO

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Em 1902 nasceu, em Nova Petrópolis, a primeira instituição financeira cooperativa da América Latina, a Caixa de Economias e Empréstimos Amstad, em atividade até hoje, atualmente com o nome Sicredi Pioneira RS.
O Dia do Cooperativismo foi oficialmente criado em 1994. Mas, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) celebrou pela primeira vez em 1923 instituindo o primeiro sábado de julho de cada ano como o dia oficial de confraternização.
Alguns ainda pensam cooperativa como atividade rural,
mas hoje a grande força cooperativa está no ambiente urbano.